Um encontro, outro e outro, paixão, amor, carinhos, casamento, filha, amor, luta, vida, amor, um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove meses... EU.
Se cadastrasse estas palavras como tags no Google, e ainda o nome “Elisabeth”, com certeza ao digitar uma delas na busca vocês me encontrariam.
Minha relação com a minha mãe sempre foi meio estreita. Todo ser humano tem seu tempo de maturação, o meu demorou um pouco, foi além da média. Por isso não entendia o quanto a velha me fazia bem, enquanto, eu, achava que ela nem ao menos gostasse de mim.
Quanta burrice... Quantas mães pulam carnaval com um filho, arruma todos os seus amigos e maquia para uma festa a fantasia, conta piadas e ri muito das suas?
Isso tudo sem contar tudo que todas as mães fazem!
Minha mãe é genial e eu não sabia...
Queria ter lhe dado mais beijos, mais abraços, ter feito mais carinho, dormido mais junto e dito segundo após segundo o quanto eu a amo, e o quanto este amor me faz ser uma pessoa melhor para o mundo!
Ah... Mamãe como eu te amo.
Devo não só a minha vida pra ela, devo minha personalidade e meu alicerce, minhas vitórias e derrotas, e acima de tudo, a vontade de ser melhor por querer ser igual a ela.
Lembro com graça quando me vestia feito barnabé, quando me “envergonhava” na frente dos outros, e quando me chamava de Marcus Vinicius por estar brava. E como me chama, até hoje, de “marquinhus”...
Mamãe obrigado por tudo, todos os dias!
Hoje agradeço, em especial, por ter feito com que a minha fé em Deus aumentasse, ele não me esqueceu, mostrou-me o caminho e fez-me a maior de todas as graças:
Deixou-me conhecer minha mãe antes que fosse tarde.
Dizem que escolhemos nossos familiares antes mesmo de nascermos, hoje dou muitas gargalhadas de quem titubeou em escolher a Dona Beth...
E eu quero gritar: “AINDA QUE NÃO FOSSE SEU FILHO, GOSTARIA QUE FOSSE A MINHA MÃE”.
Do seu pra sempre seu:
Marquinhus...