segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Internet continua fora do mapa no mercado publicitário

É inacreditável que a internet continue não figurando em pesquisas de crescimento do mercado publicitário brasileiro.

Está na capa do PropMark de hoje que a publicidade brasileira registrou um crescimento de 30,2% com relação ao ano anterior. A pesquisa é do Ibope Monitor e aponta a evolução por meios listando liderança da da TV aberta (50%) à inexistência do outdoor (0%). Estão todos os meios relevantes lá, menos a internet.

Imagino que as razões sejam diversas e que já não seja mais questão de credibilidade do meio. Todos sabem da sua importância, veja o espaço dado ao Campus Party essa semana.

Mas é imperativo que se faça um esforço coletivo para não permitir que a gente entre mais um ano às escuras na questão do investimento publicitário para o meio.



Fonte: http://www.viuisso.com.br/

sábado, 5 de janeiro de 2008

A moça de vermelho.

Lá estava, quero dizer, estávamos eu e ela.

Uma noite como outra qualquer, ambos fora do seu lugar comum.

Talvez, cada qual a sua maneira se perguntando sobre os eternos porquês da vida, ou ainda, tentando entender, quem sabe a solidão, embora cercados por muitas pessoas.

Era tarde quando o vermelho daquele vestido dilatou as pupilas daquele que se tornaria seu amigo e mercador de alegria na madrugada quente de 29 de dezembro de 2007.

Não foi nada demais, ao mesmo tempo em que foi tudo o que todos esperam: magia, alegria e destino, confirmados por olhares e sorrisos correspondentes.

O que foi em exato, talvez não possa ser exprimido ou simplesmente relatado, se pudéssemos escrever a vida, noites como aquela não teriam razão. Coisas como essas acontecem, talvez, uma só vez na vida e valem a ignorância do “não” saber viver.

Valem acima de tudo, o não esperar por nada e encontrar muito, aquele muito pintado de vermelho, de paixão, talvez, o mesmo vermelho que corava aquele vestido...

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A minha Mãe.

Um encontro, outro e outro, paixão, amor, carinhos, casamento, filha, amor, luta, vida, amor, um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove meses... EU.

Se cadastrasse estas palavras como tags no Google, e ainda o nome “Elisabeth”, com certeza ao digitar uma delas na busca vocês me encontrariam.

Minha relação com a minha mãe sempre foi meio estreita. Todo ser humano tem seu tempo de maturação, o meu demorou um pouco, foi além da média. Por isso não entendia o quanto a velha me fazia bem, enquanto, eu, achava que ela nem ao menos gostasse de mim.

Quanta burrice... Quantas mães pulam carnaval com um filho, arruma todos os seus amigos e maquia para uma festa a fantasia, conta piadas e ri muito das suas?

Isso tudo sem contar tudo que todas as mães fazem!

Minha mãe é genial e eu não sabia...

Queria ter lhe dado mais beijos, mais abraços, ter feito mais carinho, dormido mais junto e dito segundo após segundo o quanto eu a amo, e o quanto este amor me faz ser uma pessoa melhor para o mundo!

Ah... Mamãe como eu te amo.

Devo não só a minha vida pra ela, devo minha personalidade e meu alicerce, minhas vitórias e derrotas, e acima de tudo, a vontade de ser melhor por querer ser igual a ela.

Lembro com graça quando me vestia feito barnabé, quando me “envergonhava” na frente dos outros, e quando me chamava de Marcus Vinicius por estar brava. E como me chama, até hoje, de “marquinhus”...

Mamãe obrigado por tudo, todos os dias!

Hoje agradeço, em especial, por ter feito com que a minha fé em Deus aumentasse, ele não me esqueceu, mostrou-me o caminho e fez-me a maior de todas as graças:

Deixou-me conhecer minha mãe antes que fosse tarde.

Dizem que escolhemos nossos familiares antes mesmo de nascermos, hoje dou muitas gargalhadas de quem titubeou em escolher a Dona Beth...

E eu quero gritar: “AINDA QUE NÃO FOSSE SEU FILHO, GOSTARIA QUE FOSSE A MINHA MÃE”.

Do seu pra sempre seu:

Marquinhus...

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Desabafo

Só o tempo me fez mudar...

O tempo e as boas pessoas que eu conheci. Quando se tem coração puro como eu, se corre muitos riscos: "as vezes inventamos motivos pra ser ou pra não ser... sempre nas horas indevidas".

Mas... Este sou eu. Resolvi o seguinte: estou vivendo, quero marcar a vida das pessoas, quero ser a conversa delas com os filhos no futuro, quero ser mais e ser além...
Pagarei um preço por isso. O preço das lágrimas ocasionais! Aí é que vem o melhor: os sorrisos que conquisto pagam todas as lágrimas que derramo...

A pena disso tudo é que em cada lágrima vai embora um pouco das pessoas que eu confiei e me destrataram, e mesmo assim não queria que fossem...

Fazer o quê? MINHA VIDA É ASSIM... NÃO POSSO CAIR!

TEM MUITA GENTE QUE PRECISA DO MEU SORRISO,

E TEM MUITA GENTE PRA EU FAZER SORRIR....

Escrever pra que e pra quem?

Cada um cultiva sua paixão.

A do garoto aqui é escrever.

Já me olhei no espelho e perguntei por quê?

Desde que me entendo por gente, e isso já faz algum tempo, eu escrevo. Para namoradas, mãe, pai, amigos, inimigos (essa é a melhor, as entrelinhas sufocam mais que uma chave de braço). Porém, nunca havia pensado seriamente neste assunto, até que em 2004 iniciei o curso de Comunicação Social – Publicidade e propaganda.

Opa! Deu aqui.

Não é que escrever é profissão!

Redator Publicitário, de repente começaram a me chamar assim. Eu, do meu humilde recanto pensei: “nossa eu sou um redator” que legal!

Mas o que faz um redator?

Bom, crianças: além de escutar coisas do tipo cria uma “frasezinha” pra mim... E receber um briefing” com o nome e o endereço do cliente com os seguintes dizeres: “criar campanha completa. Ps: até amanhã”.

Em nossa maioria, criamos conceitos, contextos, coerência, e fazemos o que bem entendermos com letras e palavras.

Contudo, o assunto é: Para quê?!

Será que você já chegou até aqui neste texto? Você vai à diante? Estas são as questões mais freqüentes de quem escreve: Será que vão ler!

Embora sabendo que uma idéia deve ser desmistificada, quando não aceita, para que assim sua criatividade processe outra. Mesmo criando outros textos, é fato que nós redatores sempre faremos esta pergunta.

Infelizmente o hábito da leitura está cada vez mais raro, o que nos amedronta. Mas, contudo, todavia, não obstante isso, não nos impede de continuar, essa é a nossa vida.

Citando Robert Frost: “Em algum lugar, há uma distância de tempo imensa:
divergiam em um bosque duas estradas e eu escolhi a menos viajada
e esta escolha fez toda a diferença”.

Espero poder contribuir com bons textos para a posteridade, em todos os sentidos, mas... Será que vão ler?!